Resenha do livro “Divergente”

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Sinopse:

“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”

Divergente é o primeiro livro da série de mesmo nome escrita pela autora norte-americana Veronica Roth. O livro tem 504 páginas, mas é de uma leitura bem fácil e gostosa. No Brasil, a saga é publicada pela Editora Rocco.

Para mim, a principal medida para ler Divergente foi fugir da comparação com Jogos Vorazes e eu achei que isso foi fundamental para que eu gostasse da história. Quis separar as duas sagas como duas coisas completamente diferentes, apesar de suas semelhanças.

O livro gira em torno da personagem de Beatrice Prior (Tris), que após realizar seu teste de aptidão, tem que lidar com um resultado inesperado e perigoso: ela é Divergente. Ou seja, está apta para mais de uma facção (no caso, Abnegação, Audácia e Erudição) e isso é considerado muito perigoso.

Tris é filha de Andrew e Natalie Prior e tem um irmão mais velho, Caleb Prior. Depois de optar por abandonar sua família e se juntar à Audácia, acompanhamos a iniciação nada fácil de Tris em sua nova facção, onde ela tenta esconder de todos que é uma Divergente. Por lá, ela conhece Quatro, responsável por treinar os iniciandos da Audácia.

Quatro tem um instinto bastante protetor por Tris, protegendo-a dos outros iniciandos que querem lhe fazer mal por sentirem inveja de seus bons resultados nos testes de iniciação. Os dois acabam se apaixonadndo e ele a ajuda a entender porque ser Divergente é algo tão perigoso.

Jeanine Matthews, líder da Erudição, publica artigos contra a Abnegação (facção responsável por governar o sistema) e quer acabar com os Divergentes. Ela usa sua inteligência brilhante para criar um soro de simulação cerebral que manipula a população da Audácia para fazer o que ela quer. Assim, Jeanine possui um exército treinado de membros da Audácia e os usa com o objetivo de derrubar a facção da Abnegação e tomar o poder.

Para mim, o único defeito do livro é a passagem de tempo entre a graduação de Tris como membro da Audácia e a explosão do conflito entre as facções. Foi tão repentino que eu achei que ela estivesse sonhando quando li. Demorei um pouco até entender que tudo aquilo estava de fato acontecendo. O fim do livro deixa um gostinho de que algo importante está por vir… Por isso, estou bem ansiosa para ler os outros dois livros da saga: Insurgente e Convergente, respectivamente.

 

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